• Junior Valverde

ESPORTES ELETRÔNICOS SE TORNAM UM GRANDE NEGÓCIO DURANTE A QUARENTA DA COVID


Quando se trata de assistir a eventos ao vivo, a quarentena imposta pela Covid-19 atrapalhou os fãs da maioria dos esportes profissionais, inclusive o futebol (tão aclamado no Brasil). Mas o mesmo não ocorreu com os entusiastas ávidos que seguem videogames competitivos, também conhecidos como e-sports.


Em tempos pré-COVID, uma competição de e-sports poderia atrair milhões de espectadores online em todo o mundo, juntamente com fãs pintados no rosto que lotavam estádios. Os eventos foram como um jogo de futebol cruzado com um show pop. E o prêmio em dinheiro para atletas profissionais de e-sports? Milhões. Absolutamente milhões.


Michal Lev-Ram e Brian O’Keefe, apresentadores do podcast Fortune Brainstorm, aprofundaram-se no mundo dos e-sports conversando com um de seus principais atletas, Dillon “Attach” Price (a maioria dos jogadores profissionais tem um gamertag ou apelido, como Price’s Attach.)


Quando tinha 18 anos, Price se tornou o jogador mais jovem a ganhar um Campeonato Mundial de Call of Duty. Não descarte o nível de habilidade necessário para chegar ao cenário mundial dos esportes eletrônicos. “É muito mais sofisticado quando você chega a este nível”, diz Price. “Há muita habilidade envolvida na química e comunicação da equipe.”


Price acrescenta que o dia a dia de um jogador profissional realmente depende do jogo em que ele se especializa (assim como a vida de um jogador de beisebol é muito diferente de um jogador de pólo aquático, por exemplo). Ele também discute o aspecto da mídia social no mundo dos e-sports e o trabalho necessário para interagir com os fãs.


Também no programa participou Johanna Faries, que lidera as ligas na Activision Blizzard e é a comissária da Call of Duty League da Activision.


“Call of Duty como um esporte eletrônico está no mapa há muito tempo”, diz Faries. “O que é diferente é a nossa capacidade de manter uma estrutura semelhante às ligas esportivas tradicionais, que é realmente o que colocamos no mapa há cerca de um ano, no início de 2020”.


No meio do COVID, Call of Duty realizou um campeonato em agosto passado que viralizou em “quartos do mundo todo”, diz Faries. “Alcançamos marcas d'água, vimos um crescimento enorme e acabou sendo o evento de e-sport Call of Duty mais assistido da história.”


Completando o podcast está Marty Strenczewilk, chefe de jogos competitivos e iniciativas de criadores para One Team Partners. A empresa é propriedade de uma parceria entre a Major League Baseball Players Association e a National Football League Players Association.


Strenczewilk começou como um fã de e-sports, depois se aprofundou cada vez mais no mundo dos jogos profissionais online. Ele diz que os últimos números dos e-sports mostram que cerca de meio bilhão de pessoas assistiram aos jogos no ano passado. Esse número é o dobro da base de fãs de apenas quatro anos atrás.


*Com informações da revista Fortune


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